quinta-feira, 27 de setembro de 2007

aos novos estrangeiros...


algo que publiquei no meu antigo blog, de minha autoria:

ODE A TUDO QUE NÃO GOSTO

ah hoje resolvi escrever a tudo que mais odeio
porque estou cheia de gente "deprê"
odeio que chamem bala de drops,

odeio que chemem presilha de "xuxinha"!
porra! se o cara é gay sorte dele, ou problema,
não precisa anunciar pro mundo inteiro:
"sou gay, viu bofe?"
odeio de corpo e alma
pessoas futeis que falam que o mundo acabou pela simples perda de um alguém que funcionava apenas como objeto fálico!
o que é um pênis afinal para se dar tanto valor?
eu não sou, definitivamente não sou um buraquinho ambulante!
sirvo para ser ora essa!
e daí que durmo demais?
então agora os pacientes psiquiátricos são vagabundos viciados que usam atestados para justificar suas falhas tão "humanas"!
ou para conseguir suas drogas que, apesar de mais caras e difíceis de conseguir do que uma simples aspirina, que se torna até um tanto gratuita pela propagando e tantos viciados ou mais que a própria nicotina, que não dá nem um pouquinho de câncer, o fígado não fala...
esse tantos viciados em laxantes, meninas com prisão de ventre, frescas! seus tímidos intestinos tão acostumados com papel perfumado, privadas macias e banheiros cheirosos... que os banheiros públicos não passam de buracos para se mijar em pé.
e aos homens tarados que fazem questão extrema de provar o machismo da forma mais fraca possível, mais influenciavel e padronizada: vou na zona, sustentar minha casa que aquele buraquinho limpa, educar os filhos para ser tão machos quanto e suas filhas para serem virgens, e venderem seus buraquinhos o mais caro possível para um mais idiota e manipulável com um sobrenome italiano e um caro diploma. e a macheza não acaba por aí quando o álcool tão padornizado e quaze obrigatório das festas de final de semana o faz apenas trair e espancar a mulher dentro de casa. depois, a justificativa foi de que o tal divertido álcool amargo e gelado, extremamente gelado, com o pior gosto possível, o fez perder a cabeça, e vomitar e ser violento e ridículo. o mesmo álcool tão liberado e passível que faz com que as mulheres se tornem tão objetos, e se arrependem ainda!
salve o santo alcool.
agora meus comprimidos psiquiátricos, ou talvez minha cocaína de final de semana seja nociva, me deixe fora de mim e me faça fazer bobagens que não faria em sã consciência. é bem verdade que minha cocaína me faz ficar eufórica, talvez me faça ver os problemas por outro ângulo, me faça ser mais forte... meus comprimidos me fazem apenas ficar acordada. se eu falar que dependo deles pra viver sou então dependente química, e então marginalizada porque a droga escolhida não foi nem aspirina nem álcool, apenas porque a tarja era preta, ou porque era ilegal...
porque me nego a ser escrava idiota do álcool, os ser vítima da tão capitalista aspirina...
me desculpa se me mostro indignada.
me mostro tão agressiva quando percebo que odeio tudo... porque saber de notícias que são inventadas de um simples fato que não fez parte do meu cotidoano? eu não entendo porque me julgam tanto... a doente mente e excluida, por ser doente e não ser reconhecido por apenas pensar diferente... ou por apenas pensar.
ah, odeio também todas essas carinhas( Smiley Smiley Smiley ) coisa mais tosca.
odeio também esse blog, ou essa maldita musica do led zeppelin... é tudo tão triste

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